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A lenda que venceu a AIDS

Roteirizar um longa-metragem sobre Freddy Mercury é algo extremamente complexo. O filme “Bohemian Rhapsody” deve ser assistido, mas quem pensa que ele contará a biografia do mítico Freddy, engana-se.

Amparando-se em algumas das melhores músicas de todos os tempos, não é tarefa difícil gostar da obra. Porém, fica aquém da lenda do rock mundial.

Os preconceitos vividos por Mercury em sua própria família e os obstáculos que venceu  e os obstáculos que precisou vencer, deram lugar à amizade sublime entre o protagonista e Mary Austin, sua primeira namorada, além de mostrar por longos minutos o show do Live Aid.

Outra característica marcante é os dentes avantajados do ator que interpreta Freddy estarem a anos luz da face real do mito, demonstrando certa caricatura do personagem.

Esperava mais do filme que tentou retratar o mito que venceu barreiras e conseguiu deixar a AIDS como coadjuvante.

Dou duas rosas para “Bohemian Rhapsody”, com o coração dividido entre a emoção de conhecer um pouco da história de um dos meus maiores ídolos e o fraco roteiro, apesar das brilhantes atuações dos atores e atrizes.

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